5 experimentos que poderiam ter destruído a humanidade

Em busca de descobrir algo novo, a humanidade repetidamente realiza experiencias perigosas que poderiam até mesmo acabar com o nosso planeta. Confira nesta matéria 5 experimentos que poderiam ter levado ao fim do mundo

O Poço superprofundo de Kola

Esse megalomaníaco projeto da extinta União Soviética tentou perfurar a crosta terrestre até onde fosse possível. Foram feitos vários poços por meio de ramificações de um poço central. O mais profundo deles, o SG-3, atingiu 12.262 m ,em 1989, sendo considerado o mais profundo poço já perfurado e o ponto artificial mais profundo da terra. Devido asaltas temperaturas, chegando a atingir 180 graus Celsius, as perfurações foram encerradas, dado a impossibilidade das brocas continuarem operando com tanto calor.

Com quase 20 anos de trabalho, o experimento não conseguiu alcançar seu objetivo de perfurar, pelo menos, 15 mil metros de profundidade. O que não corresponde nem a 1% da distância que nos separa do núcleo terrestre. Ninguém sabe o que realmente aconteceria com o planeta Terra se o homem conseguisse perfurar até seu centro, onde as temperaturas variam entre 5.000 a 6.000 graus Celsius. Até mesmo porque não se tem certeza sobre o que realmente há nesse núcleo.


Teste Nuclear Trinity

O programa de teste nuclear Trinity fazia parte do Projeto Manhattan dos EUA para desenvolver armas nucleares. Este teste foi realizado em 16 de julho de 1945, e foi a primeira explosão de um artefato atômico no mundo.

O desenvolvimento inicial das armas de nova geração foi suspenso temporariamente devido a temores do cientista Edward Teller, que participou do projeto. Teller temia que detonar uma bomba feita de plutônio poderia causar uma reação química com o envolvimento de nitrogênio, o que, em teoria, poderia levar à inflamação descontrolada da atmosfera da Terra.

No entanto, os cálculos mostram que este resultado era improvável, por isso o trabalho continuou. A denotação da Trinity foi equivalente à explosão de cerca de 20 quilotons de TNT, resultando no início da era atômica. A explosão lembrou o autor do projeto, Robert Oppenheimer, o manuscrito sagrado hindu: "Agora eu sou a morte, o destruidor de mundos".


LHC (Grande Colisor de Hadrons)

Quando os cientistas em 10 de setembro de 2008 anunciaram oficialmente a criação do Grande Colisor de Hádrons, alguns passaram a acreditar que este dispositivo resultaria na destruição do mundo.

O projeto de um acelerador de partículas, cujo custo ultrapassa os 6 bilhões de dólares, surgiu para acelerar feixes de prótons através de um túnel de 27 km de comprimento, com a subsequente colisão, levando à formação de buracos negros microscópicos, que, conforme se acredita, apareceram imediatamente após o Big Bang.

Alguns acreditavam que os buracos negros formados como resultado do experimento iriam continuar crescendo até engolir a Terra. No entanto, os cientistas descartaram esses rumores. Como anteriormente estimado, cada buraco negro tem um limite, após o que se evapora. Este fenômeno é conhecido como "radiação de Hawking".


Teste nuclear Starfish Prime

A magnetosfera da Terra é uma camada protetora importante que contém partículas carregadas que protegem o meio ambiente da Terra dos efeitos nocivos do vento solar. E o que aconteceria se uma bomba nuclear explodisse na magnetosfera? é o que os EUA queriam descobrir em 1962. 

O objetivo do experimento era encontrar uma maneira de interceptar ogivas soviéticas em órbita espacial. Assim, foi realizada a explosão de uma ogiva termonuclear em uma altitude de 400 quilômetros acima da ilha Johnston , no Oceano Pacífico.

A explodindo com capacidade de 1,4 Megatons era visível a uma distância de 1.450 km nas ilhas havaianas, onde o pulso eletromagnético atingiu linhas de energia e serviços de telefonia. Além disso, na parte inferior da órbita da Terra se formou um cinturão de radiação artificial, que se manteve durante cinco anos afetando mais de um terço de todos os satélites.


O projeto SETI

Este projeto de Busca de Inteligência Extraterrestre inclui uma série de medidas para detectar e tentar estabelecer comunicações com representantes de civilizações extraterrestres.

Já em 1896, Nikola Tesla sugeriu que o rádio pode ser usado para fazer contato com extraterrestres. Em 1899, parecia que se estava recebendo sinais de Marte. Em 1924, o governo dos EUA anunciou oDia Nacional do Rádio para que, durante o período de agosto 21-23, os cientistas pudesse encontrar frequências de rádio emitidas do Planeta Vermelho.

Os métodos atuais de investigação no âmbito do projeto SETI incluem o uso de telescópios terrestres e em órbita, assim como grandes conjuntos de radiotelescópios distribuídos por todo o planeta. No entanto, alguns observam com preocupação estas tentativas de comunicar-se com estas civilizações extraterrestres, porque eles acreditam que isto poderia atrair atenção indesejada para o nosso planeta.


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